16/07/2025 POSTADO EM: Artigos Tributário e Fiscal

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    Rinaldo Araujo Carneiro

    De tão ESTAPAFÚRDIA essa comparação do título me chamou a atenção, de tal forma que me incentivou a leitura na íntegra.
    Mas aí piorou, e muito, pois excluindo-se a referência à não correção da tabela do IRPF, demanda de todos, quase secular, a meu ver nada mais se aproveita na argumentação. As passagens por aumentos de impostos, sob nenhuma argumentação, nem compensa aqui criticar.
    Mas quando ao final o artigo descamba para defender uma “justiça social” com base na raça e no gênero, aí é o fim…rsrs Imagino eu que as mulheres, brancas e/ou negras e/ou nordestinas e os pobres de qualquer origem, que conseguiram se “levantar” por mérito próprio, abominam também essas teses esquerdopáticas.
    Criminaliza ainda o rico que “se apropria” (sic) de 21% da renda do país…Seria inveja do bem?rs
    Rico não paga imposto, não promove ação social, nada?
    Enquanto não-rico (ainda!), nascido pobre, pardo filho de um negro mineiro e de uma pernambucana, abomino esse vitimismo ridículo, que nivela todes por baixo.
    E que toda vez, invariavelmente, sempre sempre mesmo, acabam por achar um culpado pela “injustiça social”: ele é sempre homem, branco, hétero, empresário, norte-americano, fascista, nazista, super-rico, etc. blá blá blá…
    Só faltou mencionar o Bozzo, que normalmente aparece nessa visão tacanha canhota como um bom estereótipo dos “culpados” pela eterna desigualdade social brasileira.
    Desculpe a franqueza.

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