16/07/2025 POSTADO EM: Artigos Economia Jurídico

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    Sebastião

    Faltou comprovar se as tarifas praticadas por Brasil e EUA, estão justas, nominando os bens e valores e as comparações. Pelos menos é isso que entendi, na carta do TRUMP “QUANTOASTARIFASSEREM DESPROPORCIONAIS”. Quanto as sanções é um direito dele como presidente. Por sinal nenhum país reclamou quanto ao aspecto jurídico de acordos internacionais, muito pelo contrário trataram de ajustas suas contas.

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    Rinaldo Araujo Carneiro

    Realmente uma pena chegar ao final de um artigo tão longo e bem construído, para concluir que toda linha de argumentação é rasa, posto que se baseia em normas relativas e de uma OMC há anos esvaziada, entidade que o planeta todo já sabe, não é mais protagonista como era no passado, não mais cumpre seu papel mediador, isso há muitos anos.
    De onde não se espera que não saia nada, dali é que não sairá nada mesmo. Com a devida vênia, dito popular que, em termos, aplica-se ao artigo também…rsrs
    Melhor seria se não se limitasse à buscar, apenas e tão somente, fundamentação jurídica na seara do comércio internacional, para explicar e atacar uma retaliação norte-americana evidente, presumível, e que tende a piorar, dadas as pífias reações até agora observadas: algumas “ameaças” ridículas de retaliação/reciprocidade, como se possível e viável isso fosse, e alguns desaforos esquerdopatas, agora surpreendentemente em tom patriótico. Bradam agorar “O Brasil é nosso”, sim, ressuscitaram os esquerdistas o famoso jargão da época que tanto odeiam.
    Voltando à OMC, fato é que passou o articulista ao largo de todo o contexto em que se inserem tais medidas: Um presidente descondenado, desequilibrado e falastrão ao dirigir-se, de modo grosseiro e até agressivo, diretamente, ao presidente da maior economia do mundo, aliado a um amplo conflito judicial oriundo da nossa (outrora) respeitável Suprema Corte que, por sua vez, garfa direitos individuais, censura, penaliza e prende a seu bel prazer pessoas e empresas, sejam elas brasileiras e/ou norte-americanas (!). É isso, entre tantas outras mazelas do cenário político-econômico atual que, se não justificam na íntegra, ao menos explicam sim, em boa parte, as duras medidas a que agora todos nós brasileiros estaremos sujeitos. Pagaremos nós essa conta, cidadãos, eleitores e contribuintes, seja com IOF, seja com desemprego, seja com inflação, enfim, pagaremos o preço de nos acovardar, quietos que ficamos diante de um país dominado e mal dirigido por incompetentes e corruptos.
    Somos nós, e não a OMC, quem deveríamos tomar vergonha na cara, buscarmos a mediação e a conciliação para tentarmos salvar uma boa relação comercial que já durava 200 anos, e, por fim tentarmos recuperar esse país das mãos desses nossos inúteis governantes atuais.
    Collor caiu por muito menos: uma perua Elba da Fiat, uma reforma de jardim da casa da Dinda.
    Dilma igualmente, sacada do poder pelas pedaladas fiscais.
    Após tantas barbaridades ditas e cometidas, o que segura esse descondenado no poder é um enigma, que só quem o colocou lá poderá um dia explicar…e quem sabe pagar por isso.

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