29/08/2024 POSTADO EM: Economia Jurídico Notícias RH

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    Rinaldo

    Se encostasse a barriga no balcão das Varas do Trabalho, no dia a dia, o ilustre Ministro talvez não apontasse mais falhas que virtudes na Reforma Trabalhista de 2017. A moralização havida nas peças, reflexo da penalização das partes e dos causídicos “criativos” e sem nenhum compromisso com a realidade fática, deu início sim a uma nova era na justiça obreira. E os aperfeiçoamentos havidos, mais as questões ainda pendentes, só melhorarão o quadro. É portanto raso o critério de avaliação da mudança toda havida, tão impactante e complexa, com base apenas no número das demandas. De outro lado, acompanho o eminente Ministro quando aponta a esculhambação que se tornou a representação sindical no país, sem o respectivo custeio advindo das contribuições. O filtro natural já houve, os sindicatos picaretas já se foram, é hora de arrumar a casa dos sindicatos sérios e atuantes que ainda estão por aí, sobrevivendo a duras penas. É com eles que a Justiça do Trabalho poderá contar para diminuir o contencioso trabalhista no país.

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