Haddad deixou claro que, no momento, o governo não pensa em revogação.
“Em nenhum momento se discutiu revogação da medida. O que está sendo discutido é como tratar o tema com responsabilidade, olhando para o equilíbrio fiscal e institucional do país”, completou o ministro.
No entanto, Haddad admitiu que Alcolumbre e Motta mencionar risco de derrubada pelo Congresso.
“Os dois presidentes manifestaram uma preocupação muito grande com uma possível rejeição da medida pelo Congresso. Também demonstraram preocupação com a manutenção da medida e pediram que apresentássemos, às Casas, propostas mais estruturantes de médio e longo prazo”, relatou.
Uma reunião de líderes da Câmara, marcada para a manhã desta quinta-feira (29), deverá discutir o que os deputados pensam em fazer a respeito do decreto do IOF.


Com o atual modelo de gestão do Governo Federal, não há arrecadação que consiga cobrir o déficit gerado pelas altas despesas públicas. Observa-se uma falta de compromisso com a estabilidade econômica; o foco está apenas na cobrança de impostos, enquanto a redução dos gastos da máquina pública não é discutida. Dessa maneira, torna-se impossível equilibrar as contas. Muitos dos que estão no governo, se fossem empresários, quebrariam no primeiro ano, pois parecem se apropriar apenas dos recursos alheios, sem compreender o esforço necessário para gerar riqueza.
O interessante é que este governo vive reclamando do custo alto do dinheiro, mas não se importa em aumentar ainda mais este custo! Claro que agora não importa porque a Nação (contribuintes/eleitores) é que vão arcar com os custos adicionais de um governo perdulário e incapaz de reduzir os custos da máquina pública. PRESTE ATENÇÃO NAS PRÓXIMAS ELEIÇÕES, ELEITOR/CONTRIBUINTE!!!