18/01/2024 POSTADO EM: Artigos Contabilidade RH

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    Ana Paula Zechi

    Sou contadora em São Paulo a mais de 20 anos, meu esposo também contador e Diretor por anos em entidades contábeis, já frequentei dezenas de eventos, centenas de palestras, e alguns congressos. Meus clientes na maioria são homens e confiam no meu trabalho e da minha equipe, nunca me deparei com esse tipo de machismo na classe contábil. Muito pelo contrario, as mulheres em muitas vezes são a maioria em muitos do encontros de negócios. No meu escritório atualmente as mulheres estão se destacando nos Departamentos, muito mais preocupadas em aprender, prestar um serviço com qualidade do que perder tempo com necessidade de se destacar mais que homens, aqui somos uma equipe formada por homens e mulheres independente de qualquer gênero, uns ajudando e aprendendo com os outros.

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    Shirley Rosana Rego

    No meu Estado, temos dezenas de mulheres profissionais da contabilidade, que não têm esse mi mi mi. Nossa Presidente do CRCSC é uma mulher, nossa Secretária de Fazenda Municipal é uma mulher, tenho dezenas de colegas donas do seu próprio escritório de contabilidade, que empregam homens, mulheres, homosexuais, etc. No meu escritório elas ganham igual ou mais que os homens. Não consigo enxergar dessa forma. Essa pauta está cansativa – machismo malvadão – machismo estrutural e em muitas das vezes, prejudicam ainda mais a “identidade feminina”. Penso que a segregação é tão pior quanto o machismo em si.

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      Rinaldo Araujo Carneiro

      Caramba Shirley, você me representou ! rsrs Quanto mimimi meu Deus do céu…rsrs Agora tem machismo contábil? Precisa avisar aqui a minha esposa, ela é mulher viu? Ela iniciou comigo há mais de 20 anos como recepcionista, evoluiu até alguma Chefia, estudou contabilidade, habilitou-se ao CRC e há anos é sócia aqui do escritório contábil. Majoritária, diga-se ! E eu tenho o maior orgulho disso, de ter acompanhado aqui o progresso profissional dela, por mérito próprio. Hoje é ela quem comanda o escritório contábil aqui, 100%, azar dos meus três filhos que também trabalham aqui. Pior ainda, eles são homens…rsrsr e aém disso a segunda pessoa aqui na hierarquia do RH é mulher, na área Fiscal idem ! Doutoranda Juh, como todo respeito, não aproveitei praticamente nada do seu artigo, muito bem elaborado e bem redigido, todavia de conteúdo praticamente nulo, e que passa bem longe do principal conceito profissional em que sempre me apoiei: a meritocracia. Acho eu que a evolução profissional independe do gênero, da cor, etc.esse blá bláblá vitimista segregacionista, mas depende sim do seu estudo técnico, seu empenho e sua dedicação ao ofício escolhido. Comigo foi assim, com a minha esposa também, coma maioria das pessoas que conheço e conheci. Uma ex-colaboradora saiu daqui pra fundar o próprio escritório, muito bem sucedida por sinal. Nas entidades contábeis conhecemos muitas e muitas mulheres exemplares na profissão. Digo mais: Elas são MAIORIA, elas merecidamente dominam a maioria dos ambientes contábeis em que atuam. Eu acho ótimo, acho que as mulheres deviam dominar o mundo, e não só o nosso tão querido mundinho contábil. Sinceramente Juh, quanto besteirol, vitimismo, auto-preconceito, a meu ver sem propósito esse papo de machismo na área contábil hein, mais uma pauta chata, outra decoreba esquerdista sem pé nem cabeça… Dá pra notar pelos termos utilizados, a decoreba da pauta esquerdalha que só convence os militantes doutrinados mesmo… O mundo real é diferente Juh.

      Por fim, quando se inclui os portadores de deficiência no mesmo debate, no mesmo balaio e sob mesmos argumentos chatos vazios e vitimistas dessas minorias que se dizem segregadas e querem privilégios (chamam de políticas…rsrs) aí já se tem desonestidade intelectual, posto que, em relação a portadores de deficiência é evidente e justo o cabimento de tais políticas. Porém reitero, a meu ver, nem mulher, nem homem, nem trans, nem preto (eu inclusive!) nem binários, motoristas de uber, corintianos, etc etc não são portadores de qualquer deficiência, portanto não há que se falar em cotas, benefícios ou privilégios de qualquer espécie apenas em função de condição e/ou opção sexual, né?

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