O cálculo da associação leva em consideração a arrecadação de tributos da União, Estados e municípios. Neste ano, a arrecadação está mais acelerada, já que em 2021 a marca de R$ 2 trilhões foi alcançada no final da primeira quinzena de outubro. A associação argumentou que a contabilidade leva em consideração impostos, taxas e contribuições, incluindo as multas, juros e a correção monetária.
“O maior fator que explica essa aceleração é a incidência da inflação nos produtos, que aumenta a arrecadação por consequência”, explicou o economista da ACSP Marcel Solimeo. Somente em Minas Gerais, mesmo com o teto do ICMS – principal tributo para Estados , o recolhimento em impostos já soma mais de R$ 147 bilhões, de acordo com o Impostômetro.
No ano passado, na mesma data, o valor pago pelos mineiros foi um pouco menor, de R$ 132 bilhões.


