Independência ou Morte
A independência é fato importante na história do Brasil, cujo processo culminou com a emancipação política de nosso país do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves, no início do século XX.
A data é comemorada oficialmente no dia 7 de setembro, pois foi nesse dia, segundo a historiografia clássica do país, no ano de 1822, que o príncipe regente D. Pedro de Alcântara, bradou perante sua comitiva “Independência ou Morte!”, às margens do rio Ipiranga, na atual cidade de São Paulo.
Embora alguns aspectos dessa versão sejam atualmente contestados por alguns historiadores, ainda guardamos a data com orgulho e respeito; afinal, todos os brasileiros, na verdade, estiveram em uníssono bradando pela liberdade e independência de nosso país até nos dias atuais.
Nosso país, rico em cultura, arte e entretenimento, além de ter um dos mais belos cenários naturais do mundo precisava, e precisa, se unir e manter-se independente pois exportamos, além de riquezas de diversos segmentos, ainda temos que nos orgulhar de tantos talentos, tanto nas artes, quanto no cinema, teatro, música, poesia, tecnologia, ciência, esportes e tantos outros ramos que demonstram que temos muito a nos orgulhar.
Portanto, nesse 7 de setembro, repensemos o que somos, repensemos pelo que somos respeitados perante as nações vizinhas e nos conscientizemos de que a independência pela qual nós e nossos antepassados lutamos tanto, já ocorreu; no entanto, precisamos de ter pulsos firmes para mantê-la com trabalho e dignidade, incessantemente, sempre em busca de um futuro melhor para todos nós, brasileiros. Afinal, independência não se recebe, conquista-se.
* por Odir Nunes, presidente da Câmara de Vereadores de Joinville

