Empresas têm maior dívida média desde 2024
Em julho, os débitos ficaram na média de R$ 25.983,88 –alta de 35,5% em relação aos R$ 19.175,79 de janeiro de 2024
As empresas brasileiras tinham, em julho de 2026, uma dívida média de R$ 25.983,88 –alta de 35,5% em relação aos R$ 19.175,79 de janeiro de 2024. Os dados são da Serasa Experian.
Julho também foi o mês em que mais companhias tinham dívidas em atraso. Eram 9,2 milhões –alta de 37,3% em comparação aos 6,7 milhões de julho de 2024.

O endividamento das famílias brasileiras também está no maior patamar. Manteve-se em 82,0% em agosto de 2026. O valor é o mesmo de julho, segundo a CNC (Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo).
Foco na eleição
O endividamento das famílias está no centro da disputa entre os candidatos à Presidência da República Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) na última semana da eleição.
O petista apresentou em 25 de setembro um pacote que proíbe as bets, extingue a publicidade do setor e recria o programa Desenrola Brasil, agora na 3ª fase. O presidente prorrogou até 26 de outubro o período de negociação do Desenrola Adimplentes, que beneficia trabalhadores informais.
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O candidato à Presidência pelo PL promete criar o SOS Brasil. Segundo Flávio, a proposta terá alianças com a iniciativa privada para trazer receitas e auxiliar no pagamento das dívidas.
O peso do endividamento de empresas e famílias se tornou um tema central na eleição para presidente.
Com 9,2 milhões de companhias com débitos em atraso e 82% das famílias endividadas, os candidatos apresentam propostas para aliviar o peso das dívidas e ampliar o poder de compra.
Lula aposta na renegociação de débitos e em restrições às bets. Flávio promete parcerias com a iniciativa privada para ajudar os brasileiros a quitar suas pendências.
Fonte: Poder360
